Biomarcadores de estresse oxidativo no camarão Macrobrachium amazonicum: (Heller, 1862) avaliação em uma área de preservação ambiental na Amazônia/Brasil
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As atividades antrópicas geram uma quantidade significativa de poluentes que são lançados no
meio ambiente, muitas vezes causando distúrbios ecológicos. Esses poluentes causam
alterações biológicas em vários níveis: molecular, celular, tecidual, no organismo, em
populações e nas comunidades. Dentre os xenobióticos presentes nos ecossistemas aquáticos,
inúmeros compostos químicos e orgânicos possuem potencial oxidativo, amplificando os danos
causados por espécies reativas de oxigênio. Desta forma, a quantificação de danos celulares e
defesas antioxidantes pode ser utilizadas como biomarcador de contaminação aquática. O
objetivo desta pesquisa foi utilizar o Camarão Macrobrachium amazonicum como espécie
bioindicadora para verificar os danos oxidativos causados pela ação de xenobióticos em uma
Área de Proteção Ambiental na Amazônia/Brasil. Dentre as análises avaliadas, destacam-se os
parâmetros físico-químicos, como: pH, temperatura, sólidos totais, ferro e cobre na água, bem
como os biomarcadores de estresse oxidativo não enzimáticos e enzimático: Substâncias
Reativas ao Ácido Tiobarbitúrico (SRATs), glutationa (GSH) e catalase (CAT) no homogenato
de hepatopâncreas dos camarões coletados neste estudo. Os resultados indicam que os
parâmetros de pH, temperatura, ferro e sólidos totais estão dentro dos padrões estabelecidos
pela legislação brasileira vigente, mas os teores do metal cobre presente no rio Amazonas
influenciaram a atividade de GSH e CAT no homogenato dos camarões. Concluímos que
parâmetros de estresse oxidativo podem ser importantes ferramentas complementares no
trabalho de monitoramento ambiental, juntamente com outros biomarcadores já estabelecidos,
auxiliando no entendimento dos efeitos da contaminação em organismos aquáticos e
fornecendo informações importantes sobre modulações das defesas celulares.
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SILVA, Natália Eduarda da. Biomarcadores de estresse oxidativo no camarão Macrobrachium amazonicum: (Heller, 1862) avaliação em uma área de preservação ambiental na Amazônia/Brasil. 2022. 41f. Dissertação (Mestrado em Ciências Ambientais)-Departamento de Meio Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Federal do Amapá, Macapá, AP, 2022.
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