A crise da palavra no centro do drama: uma leitura de Eu sei que vou te amar de Arnaldo Jabor

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A literatura e o cinema constituem dois campos de produção sígnica distintos cuja relação pode se tornar possível em razão da visualidade presente nas duas linguagens. Não é de hoje que o cinema se utiliza de outras linguagens e/ou outros signos para a construção, reconstrução, criação e recriação fílmica, provocando, dessa forma, o aparecimento de uma matéria híbrida. Porém, na atualidade, esse processo de influências/trocas também ocorre de forma contrária: se antes o cinema se valia da literatura como hipotexto, desta vez, a literatura pode valer-se do cinema para sua criação narrativo-verbal. O corpus de análise será o filme e romance homônimo EU SEI QUE VOU TE AMAR do cineasta, escritor, jornalista e crítico Arnaldo Jabor cujas obras exploram a linguagem cinematográfica de forma artística e também consegue, ao mesmo tempo, desenvolver seu cunho literário-poético, demonstrando assim, que a literatura pode sofrer influência do cinema. Os referenciais para análise se inserem nos estudos semiológicos que perpassam a teoria literária e fílmica. Far-se-á, portanto, análises das linguagens (literária e fílmica) empregadas pelo diretor/escritor e seu produto artístico final.

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MATOS, B. S. S.

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